Katmandu é um misto de sentimentos, da primeira vez vi muito pouco da cidade e fiquei ansiosa por voltar e conhecer mais. Nesta segunda vez consegui visitar os sítios mais conhecidos e ter um pequeno susto. Cheguei e começou por ser logo uma complicação encontrar o hostel (ou nem sei bem o que é), o taxista não encontrava e o gps também não estava ajudar. Passado um tempo lá encontrei o sítio que ia ficar por duas noites. Sim “ia” porque o verbo mudou. O alojamento era razoável apesar da recepção ser “pobrezinha” mas também estava a pagar pouco, compreendi a falta de luxos. Deixei as malas no quarto (só para mim) e saí para visitar o Monkey Temple antes do anoitecer. Um rapaz do hostel ofereceu boleia de mota e lá fui eu, confiando que não seria raptada. O Monkey Temple tem este nome porque existem centenas de macacos a viver na zona. Quase sofri um assalto de um deles, são sacanas. Voltei ao hostel e ao quarto e parecia tudo normal. Mas só parecia. Fui à mala, que deixei no quarto, para buscar o carregador do telemóvel e reparei que me faltavam coisas. Tinha sido roubada. Começou o … Continue a ler Katmandu e o adeus
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