Faces de Banguecoque

Nas viagens ou na vida a primeira impressão pode ditar o encanto e a empatia que sentimos pelos lugares, pessoas e coisas. Nas viagens ou na vida é preciso repetir as experiências, é necessário voltar aos sítios e ver tudo de novo ou em novo. Nunca teremos tempo suficiente para avaliar os lugares, nunca veremos um terço da sua essência. Julgaremos pela meia dúzia de dias, ou menos, que lá estaremos. Não chega. Nunca vai chegar. Precisava, e queria, mais de uma vida para conhecer por dentro o mundo. Banguecoque não é uma cidade com um só modo de estar. Banguecoque é, por si só, várias formas de viver. E eu mudei a minha percepção da cidade com as duas visitas que fiz (ainda há salvação para Koh Tao, regressar um dia). Da primeira vez ficámos na zona antiga da cidade, das casas pequenas e dos templos em cada esquina. Das centenas de tuk tuk e das bancas de rua. Dos pratos de insectos e das massagens. Da Tailândia profunda e de alma. Da Tailândia da Ásia. Na segunda ronda Banguecoque mudou de cara. É uma cidade que tem a mesma proporção de tamanho e de mistura. Desta vez ficámos … Continue a ler Faces de Banguecoque